O uso de Subject Pronouns e Possessive Adjectives na Língua Inglesa
O estudo dos subject pronouns (pronomes pessoais do caso reto) e dos possessive adjectives (adjetivos possessivos) constitui uma das bases essenciais para a construção de frases em inglês. Esses elementos gramaticais são fundamentais para a clareza, coesão e objetividade da comunicação, especialmente em níveis iniciais de aprendizagem da língua.
Os subject pronouns são utilizados para indicar quem realiza a ação do verbo. Em inglês, eles substituem o sujeito da frase e evitam repetições desnecessárias. São eles: I, you, he, she, it, we, they. Diferentemente do português, o inglês exige explicitamente o uso do pronome na maioria das frases, pois o verbo não sofre variações significativas que indiquem claramente a pessoa do discurso. Por exemplo:
She studies every day.
They are friends.
Essa obrigatoriedade do sujeito torna o domínio dos subject pronouns indispensável para a formação de sentenças corretas.
Já os possessive adjectives são empregados para indicar posse ou relação de pertencimento. Eles sempre acompanham um substantivo e concordam com o possuidor, não com o objeto possuído. São eles: my, your, his, her, its, our, their. Por exemplo:
My book is on the table.
Their house is beautiful.
É importante destacar que, embora recebam o nome de “adjetivos possessivos”, sua função é determinante, pois especificam o substantivo, assim como os artigos. Outro ponto relevante é a diferença entre its (possessivo) e it’s (contração de it is), erro comum entre aprendizes.
A compreensão integrada desses dois conteúdos permite ao estudante produzir frases completas, como em:
She loves her family.
They finished their homework.
Observa-se que o pronome sujeito e o adjetivo possessivo frequentemente aparecem juntos, estabelecendo uma relação lógica entre agente e posse.
Conclui-se que o domínio dos subject pronouns e dos possessive adjectives é fundamental para a comunicação eficaz em inglês. Seu uso adequado contribui para a precisão gramatical, a fluidez textual e a construção de significados claros. Por serem conteúdos introdutórios, devem ser trabalhados de forma contextualizada, com exemplos práticos e comparações com a língua materna do aluno, favorecendo a internalização das estruturas.
Referências:
AZAR, Betty Schrampfer. Understanding and Using English Grammar. 4. ed. New York: Pearson Education, 2009.
MURPHY, Raymond. English Grammar in Use. 5. ed. Cambridge: Cambridge University Press, 2019.
SWAN, Michael. Practical English Usage. 3. ed. Oxford: Oxford University Press, 2005.











